quinta-feira, 27 de agosto de 2015



quinta-feira, 27 de agosto de 2015

APLB: PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO DE IRARÁ EM ASSEMBLEIA DECIDIRAM AMPLIAR AS PARALISAÇÕES NA REDE MUNICIPAL

Por Clóvis Gonçalves

Na Assembléia Ordinária realizada na manha desta quarta-feira (26/8) na sede da APLB/Irará pelos profissionais da educação do município de Irará no estado da Bahia que discutiram as estratégias da agenda das paralisações dos meses de agostos e setembro.

De acordo com informações do diretor da APLB-Irará Ubiratan Silva Reis ao Blog Clóvis Gonçalves de Irará que hoje é mais uma paralisação de 48 horas que se iniciam os trabalhadores estão fazendo uma agenda de trabalho com pretensão de chegar a zona rural de Irará para isso é preciso que a categoria se estruture, e tendo com base as escolas grande, e os grupos estão reunidos  para traçar agenda de trabalho para os novos dias de paralisação, a categoria decidiu nesta Assembléia que os profissionais da educação do município de Irará paralisação no mês de setembro para os dias 2,3,4, de setembro nos dias 7,8, e 9 do mesmo mês, salientando que esta é a primeira agenda de setembro  e nestes intervalos de paralisações para os dias de atuação na zona rural mobilizando as comunidades, pais e estudantes  para se incorporar e fortalecer esta luta na garantia do ensino de qualidade para todos os alunos de rede pública.
Presentes também na Assembléia estavam os alunos da escola municipal Santa Barbara sitiada no Povoado do Largo Velho perímetro rural de Irará que vieram denunciar a situação em que se encontra a super lotação quando transporta os alunos colocando-os em risco de acidente, isso está causando inquietação nos discentes (alunos).          

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sábado, 28 de março de 2015

 
PrintImprimir | Enviado por Carlos Geilson - 28.3.2015 | 14h03
 
Educação

Novo ministro diz em rede social que sem educar não se avança


Novo ministro diz em rede social que sem educar não se avança
O novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, manifestou-se hoje (28), em rede social, sobre o convite que recebeu da presidenta Dilma Rousseff para substituir Cid Gomes no comando da pasta. Em um texto de agradecimento pelo apoio recebido de várias pessoas, Ribeiro se mostrou animado. “Incrível como há tanta gente acreditando que a educação é o caminho, ou um dos principais”. Ele contou que o convite surgiu na quinta-feira (26), quando recebeu uma ligação do chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante. “Na quinta-feira recebi uma ligação do ministro Aloizio Mercadante, me convidando a ir a Brasília para vermos a possibilidade de eu ocupar esse cargo. Aceitei”. O professor e filósofo disse ainda que após conversar com Dilma e Mercadante, foi ao Ministério da Educação (MEC), onde se encontrou com o secretário executivo, Luiz Cláudio Costa, que ocupa interinamente o comando da pasta. “Fui recebido por ele e pela presidenta, com quem tive longa conversa. Depois fui ao MEC, onde o secretário executivo que permanecerá me fez um briefing inicial de um dos ministérios maiores, mais complexos e mais ricos da Esplanada. É bom lembrar que são 50 milhões de alunos e 2 milhões de professores”, disse. “E espero que a educação constitua um desses pontos que permitam unir o país, gente de um lado ou de outro, mas que sabe que sem educar não se avança”, completou. Ribeiro lembrou que o ministério continua nas mãos de Costa até o dia 6 de abril, quando, só então, toma posse. “Tomarei posse no dia 6 de abril e depois disso terei o prazer e cumprirei o dever de dar todas as entrevistas que forem necessárias. Só peço compreensão para a necessidade de estudar os dossiês antes de entrar em detalhes sobre eles. Afinal, como pode alguém ir para a educação se não começar estudando"? (Agência Brasil)
 
Enviado por Carlos Geilson - 28.3.2015 | 13h07
 
Economia

Preços de ovos de páscoa variam em até 80%; barras de chocolate são opção

 

Preços de ovos de páscoa variam em até 80%; barras de chocolate são opção
A poucos dias da Semana Santa, em meio à alta da inflação, o consumidor precisa mais do que nunca gastar sola de sapato na pesquisa pelo melhor preço. Esta é a conclusão de pesquisa divulgada ontem pelo Procon de São Paulo que indica que os preços de ovos e bolos de Páscoa podem variar em até mais de 80%. A pesquisa foi realizada nos dias 16 e 17 de março com preços de 123 ovos e 22 bolos de diversas marcas. O órgão encontrou uma diferença de 81,72% no ovo de Páscoa Toy Story, 150g, da Nestlé, cujo preço variou de R$ 19,80 a R$ 35,98. Na comparação de produtos comuns entre as pesquisas de 2014 e 2015, houve, em média, acréscimo nos ovos de páscoa de 9,16% e nos bolos de 7,04%. Ou seja, uma alta acima da inflação. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-SP), da Fipe, referente ao período de março de 2014 a fevereiro de 2015, registrou variação de 6,65%. O Procon-SP orienta que o consumidor compare os preços dos estabelecimentos e também considere a relação qualidade, peso e preço do item de compra. O órgão também deu dicas sobre o que observar na hora de comprar ovos de chocolate. Independentemente de valor e formato, tenha sempre em mente que chocolate é chocolate. As b...Ler notícia na íntegra
 

Governador Rui Costa quer consórcios para administrar saúde na BA; proposta prevê construção de 28 policlínicas

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imageGovernador Rui Costa quer construir 28 policlínicas no estado
Para ampliar e descentralizar os serviços de saúde e reequilibrar financeiramente os municípios, o Governo da Bahia apresentou na manhã desta sexta-feira (20) a proposta de consórcios de saúde, os quais serão responsáveis pela gestão regionalizada de serviços, como unidades de pronto atendimento, laboratórios regionais e, eventualmente, o SAMU 192, e hospitais municipais e filantrópicos.
A meta é construir 28 policlínicas, com 32 especialidades, e equipamentos, como tomógrafos, ressonância magnética, rastreamento de câncer de mama e vários outros exames. "Nosso objetivo é que as pessoas não precisem viajar 600, 800 quilômetros para chegar à capital e fazer seus exames, mas fazer nas regiões do estado", disse Rui Costa.

A apresentação do modelo na sede da UPB, no CAB, contou com a participação de diversos prefeitos de municípios baianos. De acordo com o governador, após a discussão com os gestores municipais e a regulamentação dos consórcios, a expectativa é iniciar as obras de dez policlínicas em dez polos regionais, ainda este ano.

A proposta é que o Estado seja o responsável pela construção e aquisição dos equipamentos das unidades, além de cofinanciar até 40% da manutenção, enquanto os municípios consorciados irão ratear o restante. O investimento estimado em cada policlínica será de R$ 12 milhões (construção e equipamentos), enquanto a manutenção gira em torno de R$ 700 mil por mês.

O modelo sugerido é semelhante ao sistema bem sucedido implantado no Ceará. Além da maior eficiência no atendimento e qualidade dos serviços de saúde, o rateio dos 60% restantes entre os municípios de cada consórcio na manutenção das unidades vai garantir redução nos custos com o atendimento médico à população. (Informações do Correio).

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Caminhoneiros intensificam bloqueio de rodovias federais em seis estados


Caminhoneiros intensificam bloqueio de rodovias federais em seis estados
As manifestações de caminhoneiros foram intensificadas na manhã desta terça-feira (24), segundo o mais recente balanço divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). Motoristas enfrentam dificuldades para atravessar 69 pontos de 24 rodovias federais em seis estados. Ontem (23) à noite, eram 64 trechos bloqueados em 23 estradas federais. Os dois sentidos da pista estão bloqueados em 66 trechos interditados por caminhoneiros que protestam contra o aumento no preço dos combustíveis e os baixos valores dos fretes desde a semana passada. Os estados mais prejudicados são Santa Catarina, com 17 trechos bloqueados, o Rio Grande do Sul, com 15 pontos interditados, e Paraná, com 14 bloqueios. As rodovias de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais tiveram aumento no número de interdições causadas pelos caminhoneiros. Em Santa Catarina, os caminhoneiros ocupam trechos das BRs-116, 153, 282, 470, 158 e 163. Na BR-262, no quilômetro 645, próximo do município de São Miguel do Oeste, a interdição já dura quatro dias. No Rio Grande do Sul, quase todas as interdições nas estradas começaram ontem. Há registro de bloqueios nas BRs-285, 116, 293, 158, 386, 468, 472 e 392. O bloqueio próximo ao município de Carazinho começou na manhã de hoje. No Paraná, as interdições afetam as BRs-272, 158, 369, 376, 277, 163 e 373. Em Minas Gerais, há bloqueio total das pistas de trechos das BRs-262, 381 e 40. Em Mato Grosso, os manifestantes estão em pontos das BRs- 070, 163 e 364. Em Mato Grosso do Sul, há bloqueios em trechos das BRs- 262, 381 e 40. A PRF informou que tem negociado com os manifestantes para liberar a passagem de veículos, principalmente ambulâncias, carros de passeio e de transporte de passageiros. Ontem, a Advocacia-Geral da União (AGU) decidiu entrar na Justiça Federal com pedido de liberação das rodovias bloqueadas. De acordo com a AGU, a medida tem o apoio do Ministério da Justiça, por meio da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional. Até o momento, segundo o órgão, ainda não houve decisão da Justiça. Segundo a AGU, as ações foram ajuizadas nos estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. O órgão informa ainda que pediu autorização da Justiça para que o Poder Público possa adotar “as medidas necessárias para garantir a circulação nas pistas e a fixação de multa de R$ 100 mil para cada hora que os manifestantes se recusarem a liberar o tráfego”. Nas ações, as procuradorias regionais da União argumentam que “os bloqueios aumentam os riscos de acidentes e ameaçam a segurança de todos que precisam utilizar as rodovias, além de provocar graves prejuízos econômicos ao impedir que cargas, muitas delas perecíveis ou perigosas, cheguem ao destino”. (Agência Brasil)
 

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Universidades federais têm um terço dos recursos bloqueados pelo MEC

Reprodução TV Globo
Do G1- As universidades federais começaram o ano com um corte de 30% no orçamento, e está faltando dinheiro para pagar serviços terceirizados e para programas para os estudantes.

O Bom Dia Brasil tem mostrado que a falta de recursos atinge a educação de várias formas. Agora as instituições vão cobrar uma resposta do governo esta semana. Isso porque a educação foi apontada como prioridade do governo.

A explicação do Ministério da Educação é que o orçamento de 2015 ainda não foi aprovado pelo Congresso e, por isso, o governo tem que segurar os gastos.

Esta semana, reitores se preparam para ir a Brasília e cobrar providências do MEC. O principal argumento de reitores é que a educação é um serviço essencial para os brasileiros. Portanto, não deve receber cortes de verbas.

Mais um ano letivo, um novo orçamento - só que desfalcado - e alunos preocupados. “Se começar assim sem verba é complicado”, afirma um estudante.

“Tem prejuízo, claro que tem”, diz outro estudante.

Não é só na Universidade de Brasília, mas todas as universidades federais receberam neste início de ano 30% a menos do que estava previsto. “Já tem afetado várias universidades.
 Os serviços terceirizados, muitos não estão sendo pagos, assistência estudantil, problema de bolsa que começam a afetar academicamente as universidades”, afirma o presidente do Andes, Paulo Rizzo.

Na Federal da Paraíba, estudantes fizeram protesto, como mostram imagens de celular, em frente a reitoria para pedir o pagamento do auxílio alimentação.

Na Universidade de Campina Grande, também na Paraíba, não estão em dia água, luz, telefone, e falta dinheiro para pagar os alunos bolsistas. “Se nós estamos devendo bolsa de janeiro, isso nos preocupa. Significa dizer que nós podemos encerrar o segundo mês do ano sem pagar o primeiro”, afirma o reitor, José Edilson Amorim.

A Universidade Federal de São Paulo divulgou nota dizendo que com a redução dos repasses do governo, ‘a situação financeira das universidades federais, que em 2014 foi sofrida, passa a ser ainda mais difícil’. Afirma ainda que: ‘a reitoria e diretorias acadêmicas estão trabalhando para a manutenção dos serviços essenciais enquanto a política de contingenciamento vigorar. Mas não sabem ainda quais impactos isso produzirá sobre as atividades de ensino, pesquisa e extensão, incluindo também o hospital universitário’.

Algumas já vinham com contas atrasadas desde o ano passado. Caso da UFRJ: o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro, administrado pela universidade, chegou a fechar por alguns dias porque as empresas que fazem serviço de limpeza e conservação estavam sem receber há três meses


Governo vai discutir com movimentos sindicais fim do fator previdenciário

           idosos

O governo vai iniciar uma discussão com os movimentos sindicais para acabar com o fator previdenciário. A intenção é substituir o fator por uma fórmula que retarde as aposentadorias no Brasil. A base de partida deverá ser o conceito 85/95, que soma a idade com o tempo de serviço, sendo 85 anos para mulheres e 95 para homens.

A informação foi fornecida pelo ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo e confirmada pela assessoria de imprensa da pasta. De acordo com o ministro, o fator previdenciário é ruim porque não cumpre o papel de retardar as aposentadorias. Segundo ele, a idade média de aposentadoria por tempo de contribuição é 54 anos. Como a expectativa de vida chega a 84 anos, o cidadão fica 30 anos, em média, recebendo aposentadoria, o que sobrecarrega o sistema.  A aposentadoria passa a ser um complemento da renda, pois, na maioria dos casos, segue-se trabalhando.

O ministro diz que não defende apenas a idade mínima, que prejudica o trabalhador mais pobre, que começa a trabalhar mais cedo. A defesa é que idade e tempo de contribuição sejam considerados, o que é feito no conceito 85/95.

Segundo a  assessoria de imprensa do ministério, não há um prazo definido para que isso comece a ser discutido. De acordo com a entrevista, o governo fará a discussão após negociar no Congresso Nacional as medidas provisórias (MPs) 664 e 665, que modificam regras da concessão dos seguros-desemprego e defeso, da pensão por morte, do auxílio-doença e do abono salarial. As MPs enfrentam críticas dos partidos de oposição, de centrais sindicais e da própria base governista no Congresso Nacional.

A regra atual estabelece que a aposentadoria dos contribuintes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) seja feita de acordo com a combinação de dois critérios: idade mínima (65 anos para homens e 60 anos para mulheres; e 60 anos para homens e 55 anos para mulheres que exercem trabalho rural) e tempo de contribuição (35 anos para homens e 30 anos para mulheres).

Agência Brasil


Caso a aposentadoria do contribuinte seja feita anteriormente ao cumprimento de algum desses dois critérios, o valor a ser recebido pelo trabalhador é calculado de acordo com uma fórmula – o fator previdenciário –, que leva em consideração o tempo de contribuição do trabalhador, a alíquota paga, a expectativa de sobrevida e a idade da pessoa no momento da aposentadoria. São somados ao cálculo cinco anos para mulheres, cinco anos para professores e dez anos para professoras do ensino básico, fundamental e médio. Assim, caso o contribuinte se aposente em um momento em que o cálculo não corresponde ao salário integral, há um desconto no total a ser recebido.