Comissão debate divisões territoriais e emancipações de distritos
A
divisão territorial apresentada pela Superintendência de Estudos
Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), órgão ligado à secretaria de
Planejamento do Estado, e a emancipação de distritos baianos foram
discutidas na manhã desta quarta-feira (30), na Comissão Especial de
Assuntos Territoriais e Emancipação.
Estiveram
presentes o presidente da comissão, o deputado João Bonfim (PDT), o
vice-presidente, Luciano Simões (PMDB), o prefeito de Feira de Santana,
José Ronaldo (DEM), os deputados federais Colbert Filho (PMDB) e
Fernando Torres (PSD), vereadores de Feira, Jacobina e Serra Preta,
entidades representativas de classes de Feira, o deputado estadual
Carlos Geilson (PTN) e deputados que compõem a comissão.
De
acordo com José Ronaldo, uma área de 37 quilômetros quadrados -
equivalente ao tamanho do CIS (Centro Industrial do Subaé) - será
perdida por Feira de Santana se prevalecer a proposta de divisão
territorial apresentada no dia 04 pela SEI. A extensão do município
cairia de 1.338 (conforme estabelecido pelo IBGE) para 1.301 quilômetros
quadrados.
Para
o prefeito de Feira, o município está sendo usurpado com essa proposta.
“Eu lutarei até morrer, para que isso não aconteça”, afirmou. Geilson,
ressaltou que essa divisão é mais uma questão político-partidária.
“Feira não quer tirar nada de São Gonçalo, de Antônio Cardoso ou de
Anguera, como sei também que as citadas cidades não querem tirar nada de
Feira. Só queremos que a justiça seja feita. Nenhum debate foi
levantado em Feira ou região, com exceção de São Gonçalo. Essa pesquisa
precisa ser mais clara”, frisou o deputado.
Na
ocasião, o prefeito José Ronaldo entregou ao presidente da Comissão
Especial um documento de contestação, antecipando a chegada dos estudos
da SEI à Assembleia Legislativa. Assessoria do Deputado
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